Postagem em destaque

Coluna Asas #23 - Escrever por escrever - (Catarina Cunha)

Eu poderia deixar esse título como frase de efeito no final. Colocando assim, de cara, torna o texto óbvio. No entanto levei em consideração...

segunda-feira, 1 de março de 2021

Coluna Asas #39 - Cisma - (Catarina Cunha)


A memória olfativa é um troço interessante. Tem gente que enche os olhos de água ao sentir cheiro de pão-de-queijo, que remete à infância nos confins de Minas. Outros ficam bolados com o cheiro do mar, com ou sem maresia. Mesmo morando há quinhentos quilômetros do oceano, não podem ver um copo com água e sal que o coração dispara. 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Coluna Asas #38 - Menor - (Giselle Fiorini Bohn)

 


Eu dou muitas gafes. Já passei vergonhas de todos os tipos, das mais prosaicas, do tipo tombo no meio da rua, às mais refinadas, como chamar um padre, Pfarrer em alemão, de Pfeffer, que significa “pimenta”. Foi realmente uma picante troca de palavras.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Coluna Asas #37 - Por que amo Jane Eyre de modo incondicional - (Priscila Pereira)

 


Aviso: o texto pode conter spoiler.


Conheci o maravilhoso livro de Charlotte Brontë quando ainda era adolescente, mas minha bagagem literária me ajudou a entender e me apaixonar por esse clássico da literatura inglesa do século XIX. Li várias vezes depois de adulta e em todas ainda sinto a mesma coisa que senti pela primeira vez.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Coluna Asas #36 - Literatura Peruana - (Felipe Rodrigues Araujo)

 


Durante o período pré-colonial da literatura peruana percebem-se três bases em sua formação: as letras amazônicas, aimarás e quíchuas. Entre as três, a de maior relevância e desenvolvimento foi a quíchua, pois era a principal língua do país e por ela foram registradas as histórias e tradições dos habitantes.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Coluna Asas #35 - Ô gente, cadê Antero? - (Eduardo Selga)


Meu pai, nos tempos em que fui menino, e quando seu bom humor não tinha o mesmo tamanho escancarado de hoje, às vezes me contava uma estória da qual, decerto movido por razões ocultas na subconsciência, agora me lembro. E ela me parece hoje muito mais divertida do que era antes, quando narrada pelas palavras dele. Provavelmente por causa de outras conexões que só agora, taludinho, consigo fazer. É mais ou menos assim: