sábado, 3 de julho de 2021

Coluna Asas #72 - Encontro - (Giselle Fiorini Bohn)

 



Moro na Alemanha. A vida expatriada, como muitos devem imaginar, traz muitas dores – saudades, estranhamentos, duros aprendizados. Mas entre essas dores, tenho uma que me aflige de modo especial - a incomunicabilidade.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Outros Brasis de Ficção a Vapor! - (Davenir Viganon)

 



É com muita alegria que anuncio que uma nova antologia está nascendo. É hora de começar mais uma jornada. Em 2020, foi lançado o edital para a Antologia Outros Brasis da Ficção Científica e foi um sucesso, desde a adesão dos escritores que enviaram contos sensacionais, até a campanha no Catarse. A editora acreditou tanto na proposta que, além da antologia, criou também o selo Outros Brasis. Agora está saindo o edital para um novo volume desse selo: Outros Brasis de Ficção a Vapor.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Coluna Asas #71 - Transformações na cultura brasileira - (Eduardo Selga)


A cultura brasileira, em suas diversas dimensões, é fortemente influenciada pela oralidade. Tal característica vale também para a literatura, que é a manipulação da palavra com intenções estéticas, revelando, dentre outros aspectos, o quanto nossa sociedade valoriza essa forma de expressão. Como regra social, falamos muito, escrevemos pouco e mal. Tal processo é perceptível desde os primeiros anos da escola, quando a língua portuguesa não é devidamente mostrada como elemento da cultura da qual o aluno participa, e sim como ferramenta de transmissão de informações, apenas. É pouco, convenhamos. Somos criaturas estéticas (não digo sermos todos artistas), além de necessitarmos, por óbvio, do elemento prático do ato comunicativo. 

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Coluna Asas #70 - Antologias de contos, poemas e A PERSPECTIVA DA VISIBILIDADE - (Evelyn Postali)

 



Em uma matéria anterior escrevi sobre a minha experiência como autora independente ( SER OU NÃO SER AUTOR INDEPENDENTE: EIS A QUESTÃO!). Hoje, vou contar como tudo começou, ou parte da história. E começou exatamente como você pensou, escrevendo e guardando na gaveta. Sim. Porque comecei com o papel e, hoje, não vivo sem o computador. Se ainda escrevo no papel? Acertou em cheio. Ainda uso papel para escrever, porque é nele que os rascunhos tomam forma. Você se senta em qualquer lugar com o bloco e um lápis ou caneta e vai rabiscando um esqueleto. Uma hora ou outra o esqueleto se enche de carne e sai andando por aí, pronto para ser lido.

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